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Enfrentando a crise



As palavras mais faladas nestes últimos dias foram paralisação, desabastecimento, e caos. Uma expectativa angustiante parece tomar conta de todos. Preocupam-se as pessoas com o que vai acontecer amanhã; no segundo semestre, no resto do ano... 
Além de uma greve de caminhoneiros, vive-se o reflexo de  uma crise que vem de longe com muita corrupção, incompetência e um tecido social em frangalhos. Há muita gente falando e escrevendo. As análises vão desde um radicalismo, que na prática, só é discurso; até um egoísmo do tipo: "eu estando bem, que me interessa o problema dos outros.”
Sem prescrever uma receita para os outros resolvi pensar o que posso fazer. Creio que não devemos nos apavorar como os que não exercem fé, ou como aqueles que não sabem ou não acreditam na maneira como o Senhor nos tem guiado até aqui. Resumi meus pensamentos em duas atitudes:

       1- Priorizar o projeto de Deus
Ao mesmo tempo que devemos exercer nossa cidadania terrestre não podemos olvidar nossa cidadania celeste. Estamos de passagem para a verdadeira pátria e as crises podem ser obreiras de Deus para nos fazer entender quem deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida. Agora é o tempo de viver, falar e  não se calar sobre onde e com quem está a solução para os problemas.

2- Obedecer às orientações financeiras da palavra de Deus
A Bíblia contém instruções sobre evitar dividas e coisas afins. Observe apenas estes dois textos: a) “ ... o que toma emprestado é servo do que empresta”.( Provérbios 22:8)
 b) “ A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor...” (Romanos 13:8).
Diante disto o uso de cartões de crédito, cheques especiais, e outros recursos deve ser feito com cautela. Contentamento com o que possuímos nos impede de contrair dividas ou de viver escravizados pelo consumismo. 
E um ultimo lembrete: Aplicar no maior e mais seguro banco: o celestial. Jesus advertiu que deveríamos ajuntar tesouros no céu onde a ferrugem não corrói. Investir neste lugar significa devolver a Deus a parte que é dele. Os dízimos e ofertas não são nossos, e ao devolvermos estes valores estamos demonstrando nosso amor, fé e obediência. Deus pede fidelidade no pouco e no muito. Ser fiel significa que devemos devolver a parte do Senhor  não só quando tudo vai bem.Mas, quando a crise chega devemos separar a parte de Deus. Ele honrará a sua palavra que diz:  “Buscai pois em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça e todas as demais coisas vos serão acrescentadas”. 

Nenhuma vida é mais  segura do que uma vida entregue a Deus. Você acredita nisto? 

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